Conheci-te como se fossemos duas crianças.
Aquela insegurança como se tivesse medo que entrasses na minha vida.
A conversa foi surgindo como se não houvesse amanhã e dentro de mim crescia um bem-estar inexplicável.
Trocas de interesses como se fossemos confidentes um do outro há muito tempo.
Elogios que não eram em demasia e que faziam sorrir os nossos corações
Expliquei te como eu era e foi algo que te fascinou, tu és simples e foi isso que mais gostei.
As primeiras saudades fizeram com que te aproximasses mais e mais, até que percebi que poderia vir a ser algo perigoso.
Tentem afastar-me mas a necessidade de ti começava a percorrer o meu corpo e senti que me puxavas para algo intenso.
As fotos prenderam-me a ti. O teu olhar transmitia me ternura a calma que procurava.
E o sentimento parecia crescer cada vez mais.
E no momento em que senti os teus lábios nos meus, senti-me a pessoa mais amada e sortuda no mundo.
Dei tudo aquilo que pensei que merecias e em troca deste-me esse teu amor por momentos.
As loucuras que fizemos naquele quarto serão sempre algo bom e fantástico de relembrar.
O amor e prazer que sentimos e trocamos, foi o mais puro que alguém poderá ter.
Apoiamo-nos em todos os momentos maus.
E foste afastando como se não importasse mais.
Foste esquecendo os momentos que vivemos.
Perdeste assim o amor que sentias por mim.
Foi forte e lutei, mas recusaste sempre que dei a mão para te agarrar.
Desististe.
Eu desisti.
Tu vives.
Eu morri…
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